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Mundo
Testemunho missionário
Coreia além fronteiras
Texto Cristina Santos | Foto E.Assunção | 03/10/2010 | 00:30
O coreano tem uma enorme curiosidade em conhecer tudo o que é estrangeiro. Porém, a missão fora do país continua a ser um desafio numa sociedade vivencial, garante Pedro Louro
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«Os coreanos são muito orientais, têm um orgulho nacional forte». Mas, têm interesse «em conhecer o que não é Coreia», explica o missionário da Consolata. Ser estrangeiro aguça a curiosidade do povo. Na rua, quase todos seguem a moda ocidental. Os jovens em particular alimentam grandes ambições em relação ao estrangeiro. Estudar fora do país, por exemplo, é sinónimo de sucesso profissional. Há toda uma pressão social para agir nesse sentido.
O grande objectivo dos missionários a trabalhar na Coreia é tornar a Igreja mais missionária. Pois, apesar de contar com muitas vocações e cerca de quatro milhões de católicos, apenas se encontram 700 missionários coreanos pelo mundo. «A Igreja é universal», lembra Pedro Louro. Tal como receberam o Evangelho, devem transmiti-lo aos outros povos, explica.
Um desafio considerável, pois há todo o peso de uma cultura mais vivencial. Estamos perante uma «atitude religiosa». «A pessoa não está tanto por uma teoria ou um conceito, acredita muito mais numa experiência», explica o sacerdote. Neste campo, o diálogo (peça audio) é fundamental, tal como as acções de formação, a informação disponibilizada na revista dos missionários, e a criação de um grupo missionário «ad gentes». Pedro Louro fala sobre os seus primeiros tempos na Coreia

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