A estudante de Ciências bio-analíticas, em Coimbra, de 20 anos, ficou marcada pela experiência da Páscoa Jovem de Constância, já lá vão três anos. Por isso, este ano decidiu repetir a experiência. «É sempre bom renovar. É uma experiência que, normalmente, é muito intensa», salienta.
O facto de a repetir pela segunda vez «perde um bocadinho o mistério». Mas, há algo de novo. «Apesar de ser o mesmo ritual, é diferente», nomeadamente o facto de ser uma Páscoa num ambiente diferente, o facto de serem outras pessoas. Ainda que «da primeira vez tenha sido tudo mais intenso», realça Liliana. «Mas também compreendo que são coisas importantes e são novas para quem está a fazer pela primeira vez», refere.
O facto de haver um período de tempo entre uma experiência e a outra permite-lhe avaliar a diferença: «Há um crescimento», explica, lembrando a Páscoa Jovem de Constância. «Podemos ver com outros olhos, já podemos compreender coisas que não apreendemos da primeira vez», acrescenta.
«Da outra Páscoa saí uma pessoa diferente. Esta Páscoa é uma espécie de voltar as origens, de voltar a reviver e voltar a pensar nas coisas, é espécie de reavivar da chama», confessa a estudante de Ciências bio-analíticas. Desde 2007 no grupo dos Jovens Missionários da Consolata, do Centro, destaca a «partilha», como um dos elementos que mais a tocou nesta vivência. O sofrimento de estar de braços abertos na Sexta-feira Santa, tal como Cristo, na cruz, ao mesmo tempo que ouviam o relato da Paixão fê-la pensar, ainda que não seja possível de comparar, comenta.