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«Atos bárbaros» no Iraque
Texto Miguel Marujo | 14/08/2014 | 15:03
Dois responsáveis das Nações Unidas condenaram nos termos mais fortes «atos bárbaros» de violência sexual e violações «selvagens» do grupo armado Estado Islâmico que têm sido perpetrados sobre minorias em áreas sob o seu controlo no Norte do país
Numa declaração conjunta feita em Bagdad, a representante especial do secretário-geral das Nações Unidas para a Violência Sexual em Conflitos, Zainab Hawa Bangura, e o representante especial de Ban Ki-moon para o Iraque, Nickolay Mladenov, desafiaram à proteção imediata dos civis.

 
«Estamos muito preocupados com constantes relatos de atos de violência, incluindo violência sexual contra mulheres, raparigas e rapazes pertencentes a minorias iraquianas», afirmaram Bangura e Mladenov.

 
«Há relatos atrozes de raptos e detenções de mulheres, raparigas e rapazes yazidis, cristãos, turcomanos e shabaks. E relatos de violações selvagens estão a chegar-nos de uma forma alarmante», insistiram os dois responsáveis, salientando que cerca de 1500 yazidis e cristãos podem ter sido forçadas à escravidão sexual.

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