Mundo
Cimeira Mundial
«Um evento único»: 1.500 compromissos humanitários
Texto Miguel Marujo | Foto Lusa | 25/05/2016 | 12:16
 Segundo Ban Ki-moon, a Cimeira Humanitária Mundial «foi um evento único na forma, bem como na substância»
A comunidade mundial assumiu na primeira Cimeira Humanitária Mundial, convocada pelo secretário-geral das Nações Unidas, cerca de 1.500 compromissos para avançar com uma mudança transformadora de cima para baixo e de baixo para cima
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Os números falam por si. A Cimeira Humanitária Mundial reuniu 173 Estados-membros, 55 chefes de Estado e de governo, cerca de 350 representantes do setor privado e mais de duas mil pessoas da sociedade civil e organizações não governamentais. Todos juntos assumiram cerca de 1.500 compromissos. Entre estes as próprias Nações Unidas destacaram quatro. «O fundo `A Educação não pode esperar´para ajudar a fornecer uma educação de qualidade para crianças e jovens em ambientes de crises humanitárias»; «`Grande Acordo´para aumentar a eficiência e a eficácia do investimento na resposta de emergência»; «a `Parceria Global de Preparação´para melhor preparar 20 dos países que mais estão em risco de crise»; e «a `Coligação de Mil Milhões para a Resiliência´, que visa mobilizar mil milhões de pessoas para construir comunidades mais seguras e estáveis em todo o mundo». Segundo o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, a Cimeira Humanitária Mundial «foi um evento único na forma, bem como na substância», falando em Istambul, na Turquia, terça-feira, 24 de maio, no segundo e último dia do encontro, dedicado à melhoria do sistema humanitário e ao alívio do sofrimento de milhões. «Nós temos a riqueza, o conhecimento e a consciência de cuidar melhor uns dos outros. Mas precisamos de ação, com base nas principais responsabilidades da Agenda para a Humanidade», apontou Ban Ki-moon, referindo-se aos princípios que nortearam as centenas de eventos organizados durante a conferência de dois dias.
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