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ONU ajuda quase 100 mil migrantes a regressar a casa
Texto F.P. | Foto Lusa | 15/07/2017 | 07:02
Programas de apoio ao retorno voluntário permitiu o regresso a casa de milhares de pessoas, em 2016. O número de migrantes que beneficiaram de assistência aumentou 41 por cento em relação ao ano anterior
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A Organização Internacional para as Migrações (OIM) ajudou 98.403 migrantes a regressarem aos seus países de origem, em 2016, ao abrigo dos programas de Retorno Voluntário Assistido. Segundo o mais recente relatório da instituição tutelada pela ONU, este número representa um aumento de 41 por cento, em relação ao ano anterior.

«O impacto que o regresso tem sobre os países recetores, de trânsito e de origem, sobretudo nos migrantes e nas comunidades, não pode ser ignorado. Continua a ser um dos aspetos essenciais da assistência prestada pela OIM e representa uma situação em que todas as partes interessadas ganham, já que proporciona uma forma digna, humana e económica de retornar e reintegrar-se nas comunidades», destaca Anh Nguyen, responsável pela Divisão de Assistência a Migrantes da organização.

De acordo com o relatório, quase um terço dos migrantes assistidos eram do sexo feminino e quase um quarto eram crianças, sem 1.253 menores não acompanhados, 955 com necessidades relacionadas com problemas de saúde e 895 identificados como tendo sido vítimas de tráfico de seres humanos.

A Albânia foi o país para onde mais migrantes regressaram (17.976), seguindo-se o Iraque (12.776) e o Afeganistão (7.102). Em sentido contrário, a Alemanha foi o país recetor que registou maior quantidade de migrantes apoiados para regressarem a casa (54.000), seguida da Grécia (6.153) e da Áustria (4.812).
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