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Fátima
«Fátima Cento»
«Pensar em Fátima é desejar ser melhor»
Texto Juliana Batista | Foto Ana Paula | 25/07/2017 | 17:31
Jovens de Espanha que estão pela primeira vez em Fátima olham para os relatos dos pastorinhos como um apelo para que se tornem pessoas cada vez melhores, contribuindo para um mundo mais feliz
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As amigas María Collado e Erica Sanches, ambas com 18 anos de idade, rumaram de Espanha até Portugal, onde já fizeram uma peregrinação de 27 quilómetros a pé até Fátima, cidade onde estão pela primeira vez, no âmbito do «Fátima Cento», um encontro europeu de jovens ligados ao Instituto Missionário da Consolata, que decorre no contexto do Centenário das Aparições de Fátima.

 

Apesar de atualmente viverem em Espanha, María nasceu na República Dominicana e Erica, em Lisboa. Em Portugal estão com muitos outros jovens, de vários países, a viver uma semana de fraternidade, convívio, reflexão e ajuda aos outros, nomeadamente os mais marginalizados e desfavorecidos.

 

«Pensar em Fátima é pensar em ser uma pessoa melhor. Por exemplo, sendo menos egoísta», disse Erica, ao que a amiga acrescentou que tal passa também por «compartilhar, ajudar os outros, ser mais amável, contribuindo assim para que haja paz no mundo».

 

O contacto com os outros jovens participantes, oriundos de países como Itália, Polónia e Portugal, também está encantar as jovens espanholas que dizem que já aprenderam novas palavras em várias línguas. «Somos de países diferentes, mas quando convivemos esquecemos as diferenças», disse Erica. Já na Igreja, «cada um fala a sua língua ao mesmo Deus», frisou María, admitindo que tal a fascina.

 

Tal facto é também sublinhado por João Batista, missionário da Consolata brasileiro, que está a acompanhar os jovens neste encontro. «Durante a Eucaristia, cada um reza no seu idioma, o que cria um burburinho, mas que é interessante», disse o missionário. Quanto ao decorrer das atividades, João Batista faz um balanço positivo. «O encontro está a contribuir para criar laços entre os participantes de várias nacionalidades. Na perceção dos outros, os jovens vão-se abrindo à humanidade.»

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