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Emergência humanitária
Insegurança alimentar agrava-se no Sudão do Sul
Texto F.P. | 03/08/2017 | 16:20
Metade da população enfrenta uma situação de emergência. As mulheres e as crianças são as mais afetadas pela escassez de alimentos, provocada pelos deslocamentos em massa
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Mais de seis milhões de pessoas estão a passar por dificuldades no Sudão do Sul, devido à insegurança alimentar que se tem vindo a agravar nos últimos meses. Segundo a organização não governamental Plano Internacional, em maio havia 5,5 milhões em situação de crise, emergência ou catástrofe, e em fevereiro cerca de 4,9 milhões.

A escassez de alimentos, originada pelo deslocamento massivo provocado pela guerra, é uma das principais razões apontadas para a emergência humanitária. «Os movimentos da população estão a alterar a primeira temporada de cultivo» em várias regiões do país, o que está a fazer aumentar os casos de má nutrição aguda, e a deixar cerca de um milhão de crianças numa situação muito crítica.

«O conflito e a fome levaram a população do Sudão do Sul, em especial as crianças, para um situação catastrófica e desesperada que não pode cair no esquecimento. O país necessita mais do que nunca do apoio da comunidade internacional para salvar milhões de vidas», alertou Concha Lopez, diretora em Espanha da organização.
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