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Bondade de portugueses contagia moçambicanos
Texto Diamantino Antunes | Foto DR | 01/09/2017 | 17:02
A simpatia de um grupo de portugueses que esteve em Moçambique durante um mês contagiou a população que os recebeu
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A comunidade dos Missionários da Consolata em Massangulo (Moçambique) teve a imensa alegria de receber, durante o mês de agosto, um grupo de jovens oriundos da Trofa e da Maia, cidades do norte de Portugal, para realizarem uma experiência missionária.

 

O grupo foi acompanhado por Geoffrey Omondi, um missionário da Consolata de nacionalidade queniana que trabalha em Portugal, no Bairro do Zambujal (Amadora). Entre o grupo de voluntários encontrava-se um adulto, Paulo Cardoso, de 52 anos, pai da jovem voluntária Susana, a que se somaram Cátia Gomes, Sara Maia, Filipe Gomes e Beatriz Tavares. O grupo levou para Massangulo a primavera que brotou nos sorrisos e brincadeiras festivas de dezenas de crianças que os acolheram como amigos de sempre.

 

Os dias de missão estavam divididos em trabalhos de renovação da casa, com particular ênfase para a biblioteca, em jogos e convívios com as crianças e no contacto com a população através de visitas e celebrações litúrgicas. A subida ao monte Massangulo e o passeio até ao lago Niassa foram também dois momentos inesquecíveis carregados de simbolismo bíblico e tanta beleza natural.

 

Os encontros de oração e avaliação diária à noite, depois do jantar, foram também muito importantes para ajudar os voluntários na difícil tarefa de se esvaziarem de si para poderem receber dos outros. O contacto quase permanente com a família foi também muito rico, quanto mais não seja, para ajudar a afinar os molhos e temperos na arte culinária. Os jovens foram acolhidos por Ayres Osmarin, irmão brasileiro, Gonçalves Meparara, leigo moçambicano, e por João Nascimento, missionário português recém-chegado.

 

Partir e deixar marcas que o tempo não apagará mas intensificará, foi a missão dos jovens voluntários que, tal como sementes lançadas ao vento, agora crescem e florescem na vida de tantas crianças de Massangulo, mas também de tantas pessoas que, de longe e de perto se deixaram contagiar pela sua bondade e simpatia. Valeu a pena pelo que foi e mais ainda pelo que está para vir. Obrigado sem fim.

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