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Portugal
Missionários debatem a ecologia na missão
Texto João Batista Amâncio | Foto DR | 12/11/2017 | 10:51
Decorreu em Torres Novas, na casa das Irmãs de São José de Cluny, a assembleia anual dos Animadores Missionários ad Gentes (ANIMAG) e dos Institutos Missionários ad Gentes (IMAG), em Portugal.
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Participaram 55 missionários, entre padres, irmãs e leigos,  provenientes de diferentes lugares do país, pertencentes aos institutos e congregações religiosas missionárias. O tema que os organizadores escolheram para a reflexão e formação foi «Ecologia e missão». 

Helena de Freitas, cátedra Unesco em biodiversidade e conservação para o desenvolvimento sustentável, da Universidade de Coimbra, falou sobre a “A questão ecológica: contornos e perspetivas,” onde desafiou os participantes a mudarem seus hábitos de vida e desenvolverem a cultura da ecologia integral, que é uma reflexão tirada da «Laudato si», do Papa Francisco.

Citando a encíclica papal, realçou que o Papa sublinha a importância de uma abordagem integral «para combater a pobreza» e ao mesmo tempo «cuidar da natureza». «A análise dos problemas ambientais é inseparável da análise dos contextos humanos, familiares, laborais, urbanos, e da relação de cada pessoa consigo mesma». (Laudato Si).

Já António Martins, sacerdote e professor da Universidade Católica Portuguesa, falou sobre o tema, «Ecologia e missão da Igreja», onde levou os participantes a refletirem sobre os quatro paradigmas atuais e eclesiásticos na missão da Igreja; a crise ecológica, a ecologia integral, a consciência científica, e a conversão ecológica. O docente concluiu que tudo está interligado, quando se trata da ecologia, todos os saberes se complementam e que a vida precisa ser salva, porém para salvar à vida precisamos aprender a viver na casa comum que é o nosso planeta.
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