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Fátima
«Turismo religioso continua a colocar Portugal no mapa»
Texto F.P. | Foto SNSRF | 22/11/2017 | 16:30
Os seis milhões de turistas que visitaram Fátima o ano passado são um sinal de que a Cova da Iria não é um local para visitar só no 13 de maio. E uma prova da importância do turismo religioso para o país, admite o ministro da Economia
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«O turismo religioso tem crescido muito em Portugal, mas tem ainda muito para crescer» e é esse tipo de turismo «que continua a colocar Portugal no mapa», afirmou o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, esta quarta-feira, 22 de novembro, no Congresso Internacional de Turismo Religioso e Peregrinação, que decorre em Fátima.

Depois de citar os seis milhões de visitantes em Fátima, em 2016, e de sublinhar o crescimento de 40 por cento no número de dormidas na Cova da Iria previsto para este ano, o governante referiu que o turismo em geral tem tido um crescimento significativo no nosso país, com a particularidade de se estar «a espalhar mais ao longo do ano e do país», o que se assegura uma maior estabilidade para o setor.

No se que refere ao turismo religioso, Manuel Caldeira Cabral considera que deve ser integrado no movimento turístico em geral, para proporcionar novas experiências, e experiências mais marcantes a quem visita o país, mesmo que motivado pela parte espiritual.

«O turismo religioso é muito mais amplo do que as noites que se ficam em Fátima. Muitos turistas do Brasil, por exemplo, gostam de vir a Portugal, e uma das experiências que os marca é vir a Fatima, mas nunca veem a Portugal vindo apenas a Fátima, porque têm que entrar por um aeroporto de Lisboa, ou porque aproveitam para visitar o resto do país», sublinhou o ministro.
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