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Fátima
`Chá com arte´
Poesia, música e chá em museu de Fátima
Texto Juliana Batista | Foto Consolata Museu | 21/01/2018 | 11:31
Depois da «degustação de chá e biscoitos», um professor e poeta vai apresentar um dos seus livros, dedicado às gentes e costumes de Fátima. A tertúlia será várias vezes interrompida para dar lugar a momentos musicais
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Um professor, poeta e autor de um livro que faz um retrato dos costumes e das gentes do local onde viveram os três pastorinhos, vai estar no Consolata Museu, em Fátima, no próximo dia 27 de janeiro, entre as 16h00 e as 18h00. Durante este período, o autor vai estar envolvido numa tertúlia, que terá lugar «após a degustação de chá e biscoitos», no âmbito da iniciativa `Chá com arte´, promovida pelos responsáveis daquele espaço museológico.

 

«Além do seu percurso de vida enquanto professor e poeta», o convidado vai falar sobre o seu mais recente livro, intitulado `Figuras e Charlas D`Aire´, que aborda as gentes e costumes da freguesia de Fátima. A obra foi escrita nas formas narrativa e poética por António das Neves Martins, que assina a publicação com o pseudónimo Frondera Deslandes, e que também desenvolveu para este livro um conjunto de ilustrações originais.

 

A publicação resultou de um convite da Junta de Freguesia de Fátima ao autor, no sentido de em 1917, ano em que se comemoraram os 100 anos do fenómeno de Fátima, «deixar um registo escrito, em forma de homenagem, daquilo que a freguesia de Fátima tem de mais genuíno, resquício de uma ancestralidade muito própria», explica Tomé Vieira, um dos elementos do executivo da autarquia local, e autor do prefácio da obra.

 

No decorrer da tertúlia, terão lugar «alguns apontamentos musicais», a cargo do `Grupo de Cavaquinhos de Moita Redonda´, uma localidade de Fátima, informam os responsáveis pelo museu dos Missionários da Consolata, em comunicado. A iniciativa insere-se no âmbito do `Ano Europeu do Património Cultural´, proclamado pelo Parlamento Europeu para 2018, com o objetivo de «incentivar à descoberta do património cultural e reforçar o sentimento de pertença a um espaço comum».

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