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Pedidos 800 milhões para matar a fome em 26 países
Texto F.P. | Foto Lusa | 10/02/2018 | 07:02
Agência das Nações Unidas quer ajudar mais de 30 milhões de pessoas que dependem da agricultura de subsistência e estão em risco de sofrer insegurança alimentar severa
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O Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) espera angariar este ano 860 milhões de euros, para prestar assistência a mais de 30 milhões de pessoas que enfrentam insegurança alimentar severa. O objetivo principal é ajudar as comunidades que dependem da agricultura de subsistência a recuperar a produção e a melhorar a nutrição.

«A realidade é que enquanto se salvaram as vidas de milhões de pessoas graças à rápida resposta humanitária em 2017, outros milhões permaneceram à beira da inação. Manter a produção alimentar e recuperar a agricultura é fundamental para evitar a perda de vidas por causa da fome e abrir caminho para a resiliência no meio das crises humanitárias», explicou Dominique Burgeon, diretor da divisão de Emergência e Reabilitação da FAO.

Entre os vários países a intervencionar ao abrigo deste plano da FAO, figuram o Iémen – a nação com mais pessoas em situação de insegurança alimentar aguda -, o Sudão do Sul, República Centro-Africana, Síria e Somália. As ajudas serão materializadas com a distribuição de semente e materiais de cultivo, proteção de gado com assistência veterinária, formação, gestão da terra e da água, e entrega de dinheiro a famílias necessitadas para que tenham acesso imediato a alimentos.
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