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Fátima
«Alegria» pelo reconhecimento das «virtudes» do cónego Formigão
Texto J.B. | Foto DR | 16/04/2018 | 12:12
Papa reconhece as «virtudes heróicas» do sacerdote Manuel Formigão, um passo central no processo que leva à proclamação de um cristão como beato, penúltima etapa para a declaração da santidade
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«É com grande alegria e regozijo» que Carlos Cabecinhas, sacerdote e reitor do Santuário de Fátima, olha para o reconhecimento das «virtudes heróicas» do cónego Formigão por parte do Papa Francisco – «revela que foi um grande apóstolo de Fátima» e «mostra o reconhecimento da igreja pela forma exemplar como viveu e conduziu a sua vida» – realça o responsável, citado pelos serviços de comunicação do templo da Cova da Iria.

 

Para Carlos Cabecinhas, tal reconhecimento «sinaliza, uma vez mais, Fátima como uma escola de santidade». O reitor do templo mariano aproveita a ocasião para felicitar a congregação das Irmãs Reparadoras de Nossa Senhora de Fátima, ordem religiosa fundada pelo cónego Formigão, um sacerdote considerado como uma figura incontornável no que concerne à investigação relacionada com os relatos dos três videntes de Fátima.

 

O Santo Padre aprovou no último sábado, 14 de abril, a publicação do decreto que reconhece as «virtudes heróicas» do cónego Formigão, depois de uma audiência acedida e Angelo Amato, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos (Santa Sé). Manuel Nunes Formigão nasceu em Tomar, a 1 de janeiro de 1883, tendo falecido em Fátima, a 30 de janeiro de 1958. A 27 de setembro de 1917, o sacerdote interrogou, separadamente, Lúcia, Francisco e Jacinta, em Aljustrel. A este interrogatório seguiram-se outros nas semanas seguintes, com destaque para um realizado a 13 de outubro, horas depois de ter testemunhado aquele que é identificado como o «Milagre do sol».

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