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Vulcão agrava pobreza na Guatemala
Texto F.P. | Foto Lusa | 08/06/2018 | 15:08
Bispos manifestam-se preocupados com a situação dos guatemaltecos atingidos pela tragédia e apelam às comunidades paroquiais que colaborem no auxílio aos feridos e deslocados
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A Conferência Episcopal da Guatemala emitiu um comunicado a lamentar as consequências da erupção do Vulcão de Fogo e a apelar à solidariedade local e internacional para minimizar o sofrimento da população atingida pelo fenómeno.

Há pessoas que «perderam tudo» e que se abrigaram «nas paróquias católicas». «Como diocese, tentamos dar um alívio a este sofrimento, mas o problema é grande», refere Victor Hugo Palma Paúl, bispo da diocese de Escuintla, a mais atingida pelo vulcão, que se encontra a 35 quilómetros da capital.

O último balanço das autoridades apontava para existência de 109 mortos, mas este número pode aumentar, pois há pelo menos 192 desaparecidos e cerca de 1,7 milhões de pessoas afetadas, segundo a agência nacional de proteção civil.

Para os bispos esta é «uma tragédia que agrava a já difícil situação política e social do país, com aumento da pobreza e das dificuldades de sobrevivência». «Exprimimos a nossa profunda preocupação pelo ocorrido, pelo sofrimento de muitos irmãos e irmãs guatemaltecos, que perderam os seus familiares, os seus bens e a sua tranquilidade por causa da imprevisível força da natureza», pode ler-se na nota episcopal.
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