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Ponto de Vista
75 anos da Consolata em Portugal
Texto Opinião | Eugénio Butti | 11/06/2018 | 17:48
Ao assinalar este ano jubilar, queremos antes de mais agradecer a Deus e à Mãe de Jesus que nos acolheu com carinho e amor na terra que Ela visitou
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O Instituto Missionário da Consolata (IMC) assinala este ano os 75 anos da sua presença em Portugal. Fundado em 1901, em Turim, Itália, pelo beato José Allamano, o IMC expande-se para terras lusas a 3 de junho de 1943, quando o jovem sacerdote João De Marchi chegava a Fátima, vindo da Itália, com a missão de iniciar a presença do IMC na terra de Camões. Sozinho, com poucos meios, sem casa onde morar, uma nova língua para aprender, mas com um coração entusiasta, cheio de amor a Deus e o desejo de fazer unicamente a Sua vontade, além de uma grande devoção a Maria, João De Marchi é, assim, o pioneiro da Consolata em Portugal.

A 3 de outubro de 1944, passado pouco mais de um ano da sua chegada, com um grupo de adolescentes desejosos de serem missionários como ele, De Marchi iniciou em Fátima um pequeno seminário. As primeiras sementes da árvore do IMC em Portugal estavam lançadas. Quantas graças, quantos frutos! Os frutos mais belos são as vocações missionárias que surgiram no seio de tantas famílias, dom de Deus, mas também fruto de muita oração, dedicação e sacrifícios de tantos missionários que passaram pelas paróquias e aldeias animando missionariamente as comunidades.

A abertura deste ano jubilar dos 75 anos do IMC em Portugal será em Fátima no dia 9 de junho deste ano, com todos os familiares dos missionários da Consolata portugueses, e encerra no dia 3 de outubro de 2019.

Ao assinalar este ano jubilar, queremos antes de mais agradecer a Deus e à Mãe de Jesus que nos acolheu com carinho e amor na terra que Ela visitou. Queremos também recordar o rosto de tantos irmãos e irmãs que nos apoiaram com a sua oração, e agradecer pela estima, amizade e ajuda material. E não podemos esquecer o grande trabalho dos missionários portugueses realizado durante estes 75 anos nos diversos países da África, Américas, Ásia e Europa.

Recordar, celebrar e agradecer. Mas não só! Queremos que a celebração deste ano jubilar seja também uma ocasião para reavivar e fortalecer o nosso ardor missionário e assim continuar a ser pescadores de homens, lançando a rede com o anúncio do Evangelho, indo ao encontro de tantos que ainda não o conhecem.
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