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Fátima
Novo cardeal vê a sua nomeação como um «serviço» à Igreja
Texto J.B. | Foto Santuário de Fátima | 13/07/2018 | 12:26
António Marto afirma estar em «plena sintonia» com o Sumo Pontífice no «empreendimento da reforma da Igreja»
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Felicitações oriundas de vários pontos globo chegaram até António Marto devido à sua nomeação cardinalícia. As mensagens deixaram-no surpreendido e agradecido. «Recebi cartas do mundo inteiro, de felicitações, desde as pessoas mais simples até aos diplomatas de várias nações», contou o bispo de Leiria-Fátima, à margem da apresentação do livro «D. António Marto. O cardeal de Fátima».

O prelado acredita que tal alcance se deva também aos acontecimentos da Cova da Iria. «Nunca imaginei que o cardinalato tivesse um alcance tão grande, certamente também por ser de Fátima», realçou António Marto, citado pelos serviços de comunicação do santuário mariano.

Apesar da vasta projeção da sua criação cardinalícia, o bispo português frisa que não sente esta nomeação como uma «promoção na carreira». «Para mim, isso nada conta, absolutamente nada. Aceito-o como um serviço à Igreja, que me é pedido pelo Papa», explicou.

Nomeado cardeal pelo Papa Francisco, António Marto dá conta da sua «relação particular» com o Sumo Pontífice, que se solidifica com uma «comunhão de pensamento e de metas pastorais». «Estou em plena sintonia com o Papa Francisco neste empreendimento da reforma da Igreja», esclareceu.

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