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Fátima
Cristãos chamados a praticar gestos de bondade
Texto J.B. | Foto Santuário de Fátima | 23/07/2018 | 12:09
Reitor do Santuário de Fátima pediu aos fiéis para não ficarem «indiferentes ao sofrimento dos outros», e a tomar uma postura de acolhimento em relação a todas as pessoas
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A compaixão é uma «forma de dizer amor», é «sentir como seu o sofrimento dos outros, mas com a intenção de fazer qualquer coisa por aquelas pessoas, com a intenção de aliviar o seu sofrimento, libertá-las daquilo que as oprime, dar-lhes a alegria de viver», explicou Carlos Cabecinhas, reitor do Santuário de Fátima, aos peregrinos da Cova da Iria, na Eucaristia do recinto de oração, na manhã de domingo, 22 de julho.

A explicação partiu do exemplo de Jesus Cristo, que sempre procurou tomar essa atitude, a qual também deve ser praticada por todos os cristãos, demonstrou Carlos Cabecinhas. «[Isso significa] sermos sensíveis às dores e necessidades dos nossos irmãos, a cultivar gestos de bondade e acolhimento para com todos aqueles com quem vivemos ou trabalhamos, com quem nos cruzamos», sugeriu o responsável.

O sacerdote aconselhou ainda os fiéis a não ficarem alheios aos acontecimentos do mundo. «Não podemos ficar no nosso canto, comodamente instalados, com a consciência em paz, indiferentes ao sofrimento dos outros», uma vez que «ser cristão é ser capaz de sentir como seus os sofrimentos do irmão», insistiu o religioso.

Tendo em consideração que se atravessa agora um período que é de férias para muitas pessoas em todo o mundo, Carlos Cabecinhas apontou para a importância e necessidade desta pausa. «As férias não são um luxo se corresponderem àquilo para que existem: precisamente para respeitar a nossa natureza humana, que exige tempos de recuperação, não apenas física, mas também intelectual e espiritual. As férias são um tempo para retemperar as forças», frisou. Segundo os serviços de comunicação do Santuário de Fátima, fizeram-se anunciar 12 grupos de peregrinos, provenientes de Portugal, Itália e Estados Unidos da América (EUA).

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