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Formação sobre proteção de meteoritos no Observatório do Vaticano
Texto J.B. | Foto DR | 12/09/2018 | 12:15
A conferência reúne responsáveis por amostras de meteoritos, provenientes de várias partes do mundo
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Responsáveis por amostras de meteoritos e extraterrestres da Europa, América do Norte, Rússia, Marrocos e Japão, assim como curadores que têm ao seu cuidado espécimes extraídos de missões espaciais, como as rochas lunares recolhidas pela nave Apollo e os espécimes da missão Hayabusa ao asteróide 25143 Itokawa, encontram-se no Observatório do Vaticano, em Castel Gandolfo, próximo de Roma (Itália).

O encontro assume carácter formativo, está agora na sua primeira edição e prolonga-se até à próxima quinta-feira, 13 de setembro. A formação destinada a curadores de coleções de meteoritos, é uma ocasião para abordar também a poeira cósmica, poeira estelar e amostras extraterrestres. Além disso, a conferência é uma oportunidade para analisar as melhores práticas no tratamento destas coleções.

«A comunidade de curadores tem vindo a tentar organizar-se há muitos anos. Esta formação representa uma oportunidade maravilhosa para nós, e eu estou entusiasmado e agradado por o Observatório do Vaticano poder acolher um encontro tão importante», refere Robert Macke, sacerdote jesuíta e curador da coleção de meteoritos da Santa Sé, num comunicado citado pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.

O responsável recorda que «durante anos os curadores de meteoritos tiveram de descobrir as coisas de forma independente», mas agora é exequível reunirem-se «como uma comunidade». Para Ludovic Ferrière, responsável pelos meteoritos do Museu de História Natural de Viena e co-coordenador da iniciativa, a conferência é «uma boa ocasião para nos familiarizarmos com as diferentes coleções e como elas são curadas».

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