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Fátima
Há receio de que a Palavra de Deus «incomode»
Texto J.B. | Foto Santuário de Fátima | 04/02/2019 | 12:10
Reitor do Santuário de Fátima alertou na Missa a que presidiu na Cova da Iria para o receio do «incómodo» que a Palavra de Deus pode gerar
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O medo de que a Palavra de Deus possa incomodar leva as pessoas a desvalorizarem-na, alertou Carlos Cabecinhas, sacerdote e reitor no Santuário de Fátima. «Especializamo-nos em neutralizar a palavra de Deus, em anular a novidade e por isso o incómodo que esta palavra pode trazer à nossa vida», disse o responsável na manhã do último domingo, 3 de fevereiro, na Basílica da Santíssima Trindade.

Segundo Carlos Cabecinhas, embora todas as celebrações integrem a Palavra de Deus, «a verdade» é que os cristãos dão-lhe «tão pouca atenção». O sacerdote demonstrou depois aos fiéis que não é possível «encontrar Cristo nem conhecê-l`O sem a familiaridade com a Sua Palavra».

«Por outro lado, acolher a Palavra de Jesus, acolhê-l`O na Sua Palavra implica depois a testemunha-Lo da nossa parte», explicou o responsável, adiantando que o testemunho é «parte integrante» vida dos cristãos, uma vez que «quem encontra Cristo, na Sua Palavra, na Eucaristia, na reunião da comunidade, não pode deixar de O testemunhar e é verdade que nem sempre é fácil testemunharmos a nossa fé».

O reitor do templo mariano lembrou que em Fátima os três pastorinhos tornaram-se num «exemplo da total disponibilidade para Deus e para a sua Palavra, transmitida pelo anjo e sobretudo por Nossa Senhora». «Como Maria, acolheram a mensagem sem preconceitos nem reservas, incondicionalmente e sem cedências ao comodismo ou às conveniências do momento, e testemunharam na vida aquilo que lhes foi transmitido», disse o sacerdote, citado pelos serviços de comunicação do Santuário de Fátima.

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