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Fátima
Peregrinação mensal
Fátima lembra atenção dos pastorinhos aos que sofriam
Texto J.B. | Foto Santuário de Fátima | 13/03/2019 | 16:28
Perante cristãos de diversos pontos do mundo, o reitor do Santuário de Fátima apelou ao amor pelo próximo, um comportamento colocado em prática pelos três pastorinhos, que detinham uma «atenção especial aos que sofriam»
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Peregrinos portugueses, espanhóis, italianos, franceses, polacos, eslovacos, brasileiros e norte americanos participaram nas celebrações da peregrinação mensal ao Santuário de Fátima, na manhã desta quarta-feira, 13 de março. Durante a Eucaristia que marcou a jornada, Carlos Cabecinhas, sacerdote e reitor no templo mariano, lembrou aos fiéis que Cristo teve «o cuidado» de dizer que «somos convidados a receber Maria em nossa casa, imitando-A nas suas atitudes, acolhendo as Suas palavras».

«Neste tempo da Quaresma, recebê-La como discípulos significa acolher o veemente apelo à conversão que, aqui em Fátima, Ela nos veio trazer», frisou o presidente da celebração, citado pelos serviços de comunicação do santuário. Debruçando-se sobre o apelo à conversão patente na Mensagem de Fátima, Carlos Cabecinhas lembrou o compromisso que São Francisco Marto adotou no sentido de «não entristecer a Deus com pecado», e apresentou o pequeno vidente como um exemplo da conversão quaresmal.

Em plena Quaresma, o sacerdote expôs três vias que a tradição da Igreja estabeleceu enquanto «pedagogia de conversão»: a oração, que é «insistentemente» solicitada por Nossa Senhora, segundo os videntes de Fátima, as práticas penitenciárias, «tão presentes nas vidas dos pastorinhos, nos sacrifícios que faziam em reparação a Deus», e, por fim, o amor para com o próximo, também «testemunhado pelos videntes, numa atenção especial aos que sofriam».

«Receber Maria em nossa casa significa aceitar seguir este veemente apelo à conversão que Ela nos indica, na Mensagem de Fátima, percorrendo estes três caminhos que a Igreja nos oferece», demonstrou o sacerdote, convidando os cristãos a «fazer crescer a confiança em Maria como refúgio» e a assumir o compromisso de A acolher nas suas vidas, em prol de uma melhor vivência do tempo quaresmal.

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