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Angola quer investir mais no apoio às famílias vulneráveis
Texto F.P. | Foto Lusa | 15/03/2019 | 10:30
Governo pretende melhorar a gestão dos recursos para poder prestar mais apoio à população feminina em situação de fragilidade. Uma das metas é levar água potável a todas as comunidades
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O governo angolano está apostado em garantir mais apoio às famílias em situação de vulnerabilidade, através da melhoria da gestão dos recursos do país, anunciou a ministra da Ação Social, Família e Mulher, Faustina Alves, no âmbito da 63ª Sessão da Comissão sobre o Estatuto da Mulher, que decorre em Nova Iorque, Estados Unidos da América, até ao próximo dia 22 de março.

«A crise económica que todos os países, de alguma maneira, estão a viver, e nós estamos longe disso, tem levado os cérebros a pensarem profundamente como podem ajudar à população com os poucos recursos que têm. E um deles é levar água potável a toda a população. Porque sabemos que tendo água há higiene, havendo higiene há proteção à saúde, evitam-se doenças e diarreias agudas que vão aumentar a mortalidade, principalmente nos mais vulneráveis, que são as crianças. E essa é uma das grandes preocupações», afirmou a governante, em declarações à ONU News.

Nos debates nas Nações Unidas, o país pretende acompanhar as questões para melhorar em áreas como acesso à saúde, maternidade digna, registo infantil, fuga de paternidade e infeção de crianças pelo HIV. E espera acompanhar as iniciativas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com vista a reduzir o estado de carência de milhões de mulheres, meninas e suas famílias.

Como parte do Plano de Desenvolvimento Nacional que vai até 2022, a ministra revelou que a expectativa neste encontro também é revelar os ganhos na liderança da mulher em algumas áreas com impacto no desenvolvimento. E trabalhar para que as famílias apoiadas não voltem ao «grau de vulnerabilidade maior» após receberem apoio financeiro do governo angolano.
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