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Fátima
Organista britânico grava CD em Fátima
Texto J.B. | Foto Santuário de Fátima | 29/05/2019 | 17:38
Músico realça que órgão do Santuário de Fátima é «muito especial», e que detém uma «versatilidade muito grande»
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O novo CD do organista britânico Wayne Marshall está a ser gravado no órgão de tubos da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima. O músico regressou à Cova da Iria esta semana, menos de um mês após o concerto que deu naquele templo. O objetivo da visita é a gravação do seu novo trabalho, com improvisos sobre obras de Marcel Duprè, Geroge Baker, e Andrew Organ, entre outros, sem esquecer as sonoridades de Fátima.

 

«É maravilhoso estar de volta a Fátima. Este lugar é muito especial e este órgão é também muito especial», disse o músico, em declarações aos serviços de comunicação do templo mariano. O novo trabalho deverá estar finalizado dentro de três meses, e contemplará improvisos sobre as peças que Wayne Marshall tocou no último concerto no santuário.

«Haverá um tributo a Fátima por me deixar fazer esta gravação aqui, mas também porque este lugar é fantástico. Este órgão Maschioni, em conjunto com a acústica, que acaba por acrescentar um outro registo ao órgão, tornam este lugar muito especial», disse o organista titular da Orquestra Radiofónica da WDR de Colónia, destacando as múltiplas vantagens deste instrumento em Fátima.

«Este é o lugar! Para mim é até dez vezes melhor fazer a gravação aqui. Serve muitíssimo bem o propósito desta gravação. A versatilidade do órgão é muito grande. (…) Fátima inspira-me, é um lugar espetacular e eu fiquei muito tocado por este lugar. A minha mulher já me tinha falado muito deste lugar, que conhecia dos tempos do colégio... e quando digo que este lugar é especial não é para ser simpático, é mesmo especial», frisou o pianista, organista e maestro de renome internacional nascido há 58 anos no Reino Unido.

«Foi uma honra poder tocar aqui e agora sinto-me parte da família de Fátima pela forma como tenho aqui sido recebido. É um lugar muito especial e por isso quero trazer aqui os meus filhos, a minha família para que tenham esta experiência que estou a ter e que é fantástica», enfatizou. Em relação a um possível regresso após este trabalho, o músico é peremptório. «Basta pedirem que eu venho. Sinto-me muito bem neste órgão e neste lugar. Tem sido uma belíssima descoberta para mim... virei mal me interpelem mas para já sinto-me muito honrado por poder estar aqui a gravar o meu novo CD.»

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