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Fátima
Salina moçambicana retratada em museu de Fátima
Texto J.B. | Foto Carlos Pimentel | 03/06/2019 | 15:09
Autor das duas dezenas de fotografias vai dar o testemunho da experiência que viveu ao fotografar a realidade de uma salina que foi criada para apoiar a população local
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Vinte fotografias que traçam um retrato da exploração da Salina de Batanhe, na província de Inhambane, em Moçambique, vão estar expostas no Consolata Museu, em Fátima. A inauguração da mostra, designada «O sal da terra», terá lugar no próximo sábado, 8 de junho, pelas 16h00.

 

A salina retratada na nova mostra foi criada há 50 anos por Amadeu Marchiol, sacerdote missionário da Consolata. Coube a Hugo Brancal desafiar o fotógrafo Carlos Pimentel a ir com ele visitar aquela missão. Ambos vão dar «testemunhos das suas experiências e projetos relacionados com esta missão» na sessão de inauguração.

 

A salina representada «nasceu da necessidade de criar recursos, numa zona isolada e de clima adverso, sujeita a secas cíclicas que impediam colheitas regulares, e que assim ditavam anos de fome às populações de Nova Mambone», explicam os responsáveis pelo museu dos Missionários da Consolata, em comunicado.

 

A abertura da mostra conta com entrada livre e vai dar forma a mais uma edição da iniciativa «Chá com arte», uma sessão que alia a conversa sobre uma temática à degustação de chá e biscoitos. A exposição «O sal da terra» pode ser vista de terça-feira a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, até ao próximo dia 29 de setembro.

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