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Portugal
Fim da pobreza junta no Porto cristãos de todo o mundo
Texto J.B. | Foto SSVP | 12/06/2019 | 12:22
Participantes da reunião mundial da Sociedade de São Vicente de Paulo trabalham com foco nas famílias, e com o objetivo de as ajudar a superar as suas dificuldades
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A assembleia plenária do Conselho Geral Internacional da Sociedade de São Vicente de Paulo (SSVP) junta representantes de cerca de 80 países, num encontro anual que está a decorrer na cidade do Porto até ao próximo sábado, 15 de junho, depois de ter iniciado na última terça-feira, 11. O encontro é uma ocasião para «partilhar e colher experiências» que contribuam para «minimizar as fragilidades das famílias» acompanhadas pelos vicentinos, conforme explicou Alda Couceiro, presidente do Conselho Nacional da SSVP em Portugal, em declarações à agência Ecclesia.

«A experiência desses países é muito importante e traz-nos a alegria de perceber que noutros lugares há procura de soluções para problemas tão graves e tão melindrosos», referiu a responsável. O encontro está a decorrer na Casa de Vilar, e contempla a dinamização palestras e de ateliês com 12 vice-presidentes territoriais e 23 coordenadores de zona, responsáveis pela administração da estrutura da SSVP.

Os trabalhos deverão dar conta da experiência das lojas vicentinas, que vendem bens em segunda mão, para apoiar os mais frágeis. Nos dois últimos do encontro terá lugar a reunião da secção permanente, e do Comité Executivo Internacional, formado por países com mais de 1000 de conferências ativas e agregadas, além de cinco Estados selecionados pelo presidente geral.

Atualmente, são cerca de 800 mil os vicentinos e vicentinas que se encontram presentes em 150 países de todos os continentes. Em território luso existem 800 conferências, que diariamente se dedicam aos mais frágeis e à evangelização. «Mais do que palavras, a nossa ação é muito importante», frisou Alda Couceiro. De acordo com a presidente do organismo, o objetivo é «erradicar a pobreza em Portugal», uma meta «difícil e que vai demorar muito tempo». «Há muitas famílias em situação de desespero», para quem é essencial «incutir esperança», disse a responsável.

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