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Fátima
«Somos chamados a ter compaixão pelos que sofrem»
Texto J.B. | Foto Santuário de Fátima | 13/06/2019 | 11:45
Peregrinação de junho ao Santuário de Fátima arrancou com apelos à prática do bem em favor de toda a humanidade
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«Nesta capelinha queremos pedir [a Maria] que seja a motivação da fé, a força da oração, o testemunho da caridade e do apostolado, para com Ela e por Ela chegarmos ao coração de Cristo», disse António Luciano dos Santos Costa, bispo na diocese de Viseu, na abertura da Peregrinação Internacional de junho ao Santuário de Fátima, ao final da tarde da última quarta-feira, dia 12.

Juntamente com António Marto, cardeal e bispo da diocese de Leiria-Fátima, o presidente das celebrações saudou as centenas de peregrinos presentes na Capelinha das Aparições, alguns deles inseridos em 65 grupos organizados, provenientes de 19 países. António Marto apresentou Maria como uma «Mãe espiritual da humanidade, a mais terna de entre todas as mães».

Na homilia da Missa da Vigília, António dos Santos Costa desafiou os fiéis a construir uma nova humanidade. «Olhando para o nosso mundo esfacelado por tantas divisões, por tantas pessoas que continuam a abandonar os seus países, fazendo longos percursos humanos para fugirem à perseguição, à fome, à guerra e à falta de condições de vida, queremos olhar para eles como nossos irmãos, pedindo à Virgem Maria, a Senhora das mãos orantes, que cuide deles com um amor de Mãe carinhosa que sabe cuidar de nós neste vale de lágrimas», referiu o prelado, citado pelos serviços de comunicação do Santuário de Fátima.

O bispo de Viseu apelou ao amor pelo próximo. «Somos chamados a ser bons samaritanos junto dos irmãos caídos à beira dos caminhos. A termos compaixão pelos que sofrem, aprendendo com os pastorinhos a fazer o bem para com o nosso próximo», disse o prelado, lamentando a existência de «tantos filhos perdidos que continuam a ser procurados pelos seus pais no meio de dores e aflições, filhos perdidos em caminhos de miséria e de pecado, de degradação moral, de indiferença humana, de abandono da fé, de individualismo, de experiências de drogas e de isolamento».

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