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Fátima
«Pastorinhos nunca procuraram as luzes da ribalta»
Texto J.B. | Foto Ana Paula | 20/01/2020 | 12:16
Reitor do Santuário de Fátima presidiu à Eucaristia dominical na Basílica da Santíssima Trindade e apontou João Baptista como um exemplo a seguir
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À semelhança de João Baptista, também os três pastorinhos «souberam dar a Deus o lugar central nas suas vidas, e por isso, a oração passou a marcar o ritmo dos seus dias e a preocupação por não ofenderem a Deus e por consolar Jesus passou a acompanhá-los sempre», demonstrou Carlos Cabecinhas, sacerdote e reitor no Santuário de Fátima, na Eucaristia a que presidiu na Basílica da Santíssima Trindade, na manhã do último domingo, 19 de janeiro.

Segundo o sacerdote, tal como João Baptista, «também os pastorinhos tinham plena consciência de que deviam apontar para Jesus Cristo e não deixar que as pessoas se prendessem a eles». De acordo com o religioso, esta intenção das crianças torna-se percetível no livro «Memórias da irmã Lúcia», onde os pequenos videntes não se «envaidecem com a missão que receberam, nunca procuraram as luzes da ribalta, mas não se intimidaram diante da missão de testemunharem a centralidade de Deus nas suas vidas e de darem a conhecer a vontade de Deus».

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