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Fátima
30ª Peregrinação Anual da Família Missionária da Consolata
Peregrinação missionária: um convite a seguir Jesus
Texto F.P. | Foto FM | 15/02/2020 | 07:02
Família Missionária da Consolata reúne-se em Fátima para celebrar o 30º aniversário da beatificação de José Allamano, fundador do Instituto Missionário da Consolata. Bispo de Tete preside às celebrações
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«Atreve-te a seguir Jesus». Este é o tema, em forma de desafio, que vai estar em foco na 30ª Peregrinação Anual da Família Missionária da Consolata a Fátima, e que irá juntar milhares de peregrinos na Cova da Iria, este sábado, 15 de fevereiro. A celebração, presidida por Diamantino Antunes, o primeiro missionário português da Consolata a ser nomeado bispo, será aproveitada também para assinalar o 30º aniversário da beatificação de José Allamano, o fundador do Instituto Missionário da Consolata (IMC).

«Sinto-me um felizardo. É uma privilégio presidir à peregrinação. Ser cristão é estar em missão e pretendo levar fogo missionário, para que os peregrinos saiam mais animados na fé», antecipou o bispo de Tete (Moçambique), em declarações à FÁTIMA MISSIONÁRIA.

O programa da peregrinação terá início às 09h30, com a concentração dos fiéis, oriundos de vários pontos do país, em frente ao Seminário da Consolata. Segue-se a habitual saudação do Superior Provincial e a Via-Sacra missionária (10h15) nos Valinhos, que terminará com uma dramatização no Calvário Húngaro.

O ponto alto da jornada está previsto para as 15h30, com a celebração da Eucaristia na Basílica da Santíssima Trindade, no Santuário de Fátima. Antes do regresso a casa, os peregrinos serão convidados a participar na saudação e consagração a Nossa Senhora, na Capelinha das Aparições, a partir das 17h00.

No texto introdutório do guião que será distribuído aos peregrinos, o Superior Provincial, padre Gianni Treglia, faz um apelo «à necessidade urgente de que todos sejamos perfeitos seguidores de Jesus, de acordo com a vocação e o estado de cada um». «Ser evangelizadores e anunciadores do Evangelho no mundo impele cada um de nós a ser, antes de mais, parte do próprio Evangelho e não apenas meros instrumentos, mas palavra que anuncia. E esta palavra que anuncia vê-se na vida e através da vida de cada um. […] Não existe evangelização se essa não começa com o testemunho da própria vida», escreve o missionário italiano.
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